quinta-feira, 22 de abril de 2010

Marketing Olfativo: Que cheiro tem sua marca?



Alguma vez você já se perguntou que aroma têm as marcas?


Por que o aroma de um creme solar lembra as férias? Por que o cheiro da fumaça da lenha queimada lembra uma imagem de inverno em família? Até há pouco tempo, ninguém parava para pensar nessas perguntas, e as empresas não tinham se dado conta do efeito que produz um aroma agradável na experiência do cliente. A maior parte das empresas baseia sua identidade corporativa na imagem (no logotipo, no patrocínio ou no mobiliário dos estabelecimentos) e no som (o fundo musical das lojas ou a melodia de um anúncio da televisão). Contudo, a emoção que evoca um odor pode ser decisiva na hora da compra e é possível identificá-lo com os valores que a marca pretende transmitir. Pode inclusive servir para melhorar a produtividade e as condições de trabalho de uma empresa.


“Há uma mudança de tendência muito importante no processo de escolha do consumidor”, observa Roberto Álvarez del Blanco, professor de Marketing do Instituto de Empresa (IE). Isto se deve à neuroeconomia, “que é a combinação da neurociência, da economia e da psicologia no estudo do processo de escolha dos indivíduos. Esta ciência analisa o papel do cérebro quando a pessoa avalia uma decisão a tomar, quando examina os riscos e as recompensas e a forma como as pessoas interagem umas com as outras”, explica. De acordo com o professor do IE, esse conhecimento permite, por exemplo, “que compreendamos com exatidão a resposta humana diante das cores, da luz e dos aromas”. Contudo, Gerard Costa, professor de Marketing da escola de negócios Esade, diz que não estamos diante de uma mudança de tendência. “A experiência relativa à percepção dos odores corporativos, porém, requer uma técnica ainda muito incipiente”, observa.


Marketing olfativo

A técnica do “marketing olfativo” é mais uma entre as várias técnicas do marketing emocional. Chegar às profundezas do cérebro do espectador está na moda. Trata-se de uma técnica cujos efeitos perduram por vários anos seguidos. “Ela surge do convencimento de que os objetos têm aroma. Partindo dessa premissa, descobre-se que as pessoas, as casas, as comunidades, as cidades, e até mesmo os países, têm seu próprio aroma”, observa Álvarez del Blanco.

Costa diz que o termo marketing olfativo entrou na moda há cerca de 15 anos, quando se começou a trabalhar com o neuromarketing. “A tendência chegou primeiramente pela publicidade subliminar e, desde então, estudam-se os estímulos que afetam positivamente o cérebro”. Além disso, somam-se ao estudo as recentes pesquisas acadêmicas de caráter científico, estabelecendo-se uma distinção entre “a associação de cheiros às lojas e o projeto de um odor corporativo”.

EUA e Japão são os países onde há mais empresas “olfativas”, isto é, companhias que investem em um cheiro próprio por meio de dispositivos que espalham perfumes nas lojas (ambientadores). A Muzak, provedora de trilha musical personalizada, produz agora também ambientadores para as empresas. A Singapur Airlines aposta no marketing dos cinco sentidos para atingir um público selecionado; a Disney utiliza essa ferramenta há 15 anos em seus parques temáticos. Primeiro, a produtora americana deu um toque de realismo a seu público de filmes de ação ao introduzir cheiro de pólvora e de borracha queimada nas salas. Depois, impregnou as ruas e parques com cheiro de pipoca para despertar o apetite dos seus clientes. O sucesso da técnica empregada pela Disney incentivou a cadeia de hotéis Hilton e Sheraton, os restaurantes Hard Rock, a linha de automóveis de luxo Lexus e a produtora de cinema Paramount a fazerem o mesmo.


Por que todos os carros novos têm o mesmo cheiro?

Pense, por exemplo, no que acontece quando o vendedor de automóveis lhe passa as instruções sobre o novo carro que você acaba de comprar. Além de se referir à beleza dele, elogiar seu espaço interno, suas linhas modernas, o carro novo também cheira a novo, não é verdade? Não é coincidência o fato de que todos os carros novos “cheirem a novo”. Trata-se de um odor resultante de muitas horas de dedicação de um grupo de especialistas no assunto. “Há aromas específicos e outros que são universais”, explica Álvarez del Blanco. E acrescenta: “Não podemos nos esquecer de que o olfato é o mais primitivo de todos os sentidos. O ser humano tem mil genes relacionados ao olfato. Cerca de 60% estão hoje inativos. O ser humano pode distinguir entre dez mil odores distintos. Não é nada comparável aos cães, que são capazes de identificar cem mil, e aos ratos, que conseguem diferenciar entre 200.000 odores.”

Contudo, criar o aroma de uma marca não é nada fácil. Costa explica que “deveria ser um processo baseado no posicionamento que desejo dar à minha marca, além de ser algo integrado ao mix de marketing de minha empresa e coerente com ele”. O professor da Esade cita como exemplo o sucesso mundial da Singapur Airlines, que “soube construir um odor específico para sua marca em sintonia com outros aspectos do marketing da empresa tomando por base no posicionamento que queria dar à companhia: um toque oriental”.

Em 2003, o marketing de aromas movimentou cerca de 30 milhões de dólares em todo o mundo, e espera-se que chegue a 220 milhões em 2010. Na Espanha, o marketing do olfato é uma técnica ainda incipiente, embora o mercado de ambientadores para o lar e para o automóvel tenha crescido 74% nos últimos quatro anos. Ambos os professores concordam que esse marketing encontra-se ainda em fase inicial, e que ainda há um longo caminho a percorrer. “Nos EUA, o marketing de odores encontra-se mais avançado do que em qualquer outro lugar. Na Espanha, ainda é cedo para uma avaliação. O setor que mais investe nesse tipo de marketing é, principalmente, o de automóveis”, lembra Álvarez del Blanco.

A A de Aroma, uma empresa com um mês de funcionamento, trabalha com a identidade olfativa das empresas de alimento de preparo rápido Pans & Company, Rodilla e Dunkin’ Donuts, mas atua também em outros setores: ela tem entre seus clientes a Telefônica (telecomunicações), Cinesa (cinema), AC Hoteles y Mango (moda). A A de Aroma elabora fragrâncias personalizadas para cada empresa em função dos valores que a marca deseja reforçar, e implanta dispensadores de perfumes em seu estabelecimentos cujos cartuchos são trocados uma vez por mês.

O ser humano é capaz de se lembrar de dez mil aromas diferentes

Um estudo da Universidade Rockefeller (Nova York) revelou, em 1999, que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, ante 5% do que vê, 2% do que ouvem e 1% daquilo que tocam. Além disso, a memória pode reter até 10.000 aromas distintos, ao passo que reconhece apenas 200 cores, de acordo com a pesquisa feita pelos cientistas Richard Axel e Linda Buck, vencedores do prêmio Nobel de medicina de 2004.

Comprovou-se também que uma empresa que tenha aroma próprio vende mais do que outra que não possui nenhuma fragrância específica. “Isto acarreta uma diferenciação extraordinária para a marca. Trata-se de uma singularidade que a afeta de modo cabal. As associações estereotipadas são valiosas, fidelizam o cliente e, principalmente, engendram uma qualidade que é tesouro de toda marca”, revela Álvarez del Blanco. Costa acrescenta alguns matizes: “Normalmente, os odores fortes vendem mais. Por exemplo, deixar aberto o forno com pães recém-assados em uma padaria é uma maneira de atrair o cliente que passa pela rua e que se deixa levar pelo aroma agradável que desprende do pão fresco.”

Assim, o odor de um creme solar lembra as férias; a torta de maçã quente evoca uma reunião de família e uma fragrância de brisa marinha é sinônimo de liberdade. Contudo, 83% dos investimentos publicitários se concentram em mensagens que procuram seduzir os olhos e os ouvidos, deixando de conquistar os demais sentidos. Álvarez del Blanco lembra que “o aroma percebido pelo olfato dever ser coerente com a atividade da marca para que o efeito seja agradável”. Portanto, quando se atinge esse objetivo, o cliente tem uma sensação “agradável, de ordem e de profissionalismo”. Contudo, é preciso levar em conta que “somente os odores relacionados com a natureza são odores globais”, lembra Costa. Não se deve esquecer também que, culturalmente, os odores são percebidos de maneira distinta de acordo com o lugar de origem do indivíduo. Contudo, os especialistas estão de acordo em relação ao fato de que os clientes compram experiências, e não produtos. “O odor se associa ao momento em que sinto o desejo de adquirir um produto ou serviço, e não à marca em si. Minha experiência com um determinado produto em casa vai muito além disso”, diz Costa.


Buscar a diferença

O sucesso consiste em conseguir criar um aroma que lembre a marca. Os especialistas estão de acordo com o fato de que criar um “odótipo” eficaz requer vários meses de trabalho. “É preciso saber onde a marca se acha exposta, analisar o contexto em que ela é consumida e em que cenário os clientes se relacionam com ela”. “No caso da empresa, é preciso definir com o que exatamente desejo me identificar, e é muito importante pensar nos suportes para o odor: como vou difundi-lo, onde quero marcar presença com ele e onde não quero”, aconselha Costa.

Ambos os professores também acham que é “muito complicado” obter um aroma universal e que agrade a todos. Costa lembra que os odores são percebidos de maneira diferente “pelos homens e pelas mulheres, pelo país de origem, pela idade e de acordo com a experiência de cada um”. Por isso, é impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Para Costa, a melhor marca da história do mundo seria aquela que todos associassem a um odor onde quer que fosse. Por fim, lança uma pergunta: “Quem não faz a ligação do odor do incenso com a igreja católica?”

Fonte: http://www.marketing.com.br/

segunda-feira, 19 de abril de 2010




Um Manifesto para o Marketing de sucesso


O Amir Kassaei, Chief Creative Officer da DDB da Alemanha, publicou no seu Posterous, os 10 pontos que, na opinião dele, levam a um Marketing de sucesso.

Segundo ele, estamos no meio das maiores mudanças da história, e há muita análise sobre quais são os problemas. O Manisfesto apresentado traz algumas soluções, conta.

Vamos lá...

01. A relevância vale muito mais do que o awareness.
02. Trate as pessoas como amigos, e não como consumidores ou público-alvo.
03. O conteúdo é mais importante do que a mídia.
04. Inovações reais necessitam de Consultores Criativos de Negócio.
05. Alimente as necessidades existentes, ao invés de criar novas.
06. A essência do Marketing é a inovação de produto, e não empurrar vendas.
07. A melhor publicidade não tem cara de publicidade.
08. A competição mais difícil vem do mundo sobrecarregado.
09. O digital é a nova infra-estrutura.
10. As marcas são construídas pelas pessoas, e não pelos especialistas.


http://www.chmkt.com.br/search/label/Marketing

terça-feira, 13 de abril de 2010

D E S E J A M O S

A

T O D O S







13 DE ABRIL DIA DO BEIJO!!

sexta-feira, 9 de abril de 2010



Viver Bem
Banner Principal
Viver em Forma
Atividade Física


Modele o corpo, ganhe saúde e disposição.

Cada pessoa que faz da malhação um hábito tem uma história diferente para contar. Mas, em geral a atividade física previne diversos problemas de saúde.

"As mulheres estão com uma rotina de vida tão conturbada quanto a dos homens e acabam por descuidar um pouco do coração. Antes se dizia que apenas os homens sofriam infartos e isso não é verdade, hoje isso mudou muito. Nenhuma doença vem isolada, a obesidade, hipertenção, coronáriopatia, isso chamamos de Síndrome Metabólica, causadas justamente por ingerirmos mais alimentos que gastamos, ficar mais tempo sedentária, entre outros", esclarece a cardiologista Diana Lima Ribeiro.

Musculação, Hidroginástica, Pilates. Essas são algumas modalidades que seduzem as mulheres. As atividades contribuem também para o fortalecimento das articulações. Por isso para quem já não está na mocidade, o Reumatologista, Divanaldes Jácome explica que os exercícios físicos são fundamentais.

"É importante fazer atividade física até porque existem algumas forças chamadas forças peso-elétricas que com os exercícios físicos são ativadas e o osso fica mais denso, também fortalece a musculatura da coluna e das extremidades periféricas", relata o médico.

Não existe uma idade específica para a mulher iniciar a prática e também nunca é tarde para começar, quanto antes, melhor. Independente de ser jovem ou da melhor idade um médico deve ser consultado/ Messias Junior - Educador Físico, lembra que a atividade física tem de ser de acordo com a faixa etária.

"Hoje existe uma gama de exercícios que podem ser feitas tanto por mulheres começando jovens quanto pelas mulheres que não tiveram a oportunidade de começar cedo", diz o educador físico.

Para quem não sabe, existe uma atividade física que é fácil de praticar, não custa nada e a maior vantagem é que a saúde agradece: A caminhada.

A Caminhada deve ser regular, no mínimo três vezes por semana e praticada por pelo menos 40 minutos. Quem começa caminhando, e tem determinação adquire condicionamento físico e termina correndo. Com Tereza de 47 anos foi assim. A psicóloga no início da atividade física, 10 anos atrás caminhava, agora ela já consegue alternar entre corrida e caminhada.

"Tem que ser uma prática regular para que o organismo não sinta falta e consiga estar bem disposto, isso junto com a alimentação", comenta Tereza.

Não importa qual a atividade física que você pratica, O importante mesmo, é não ficar Parada.

Fonte: Viver Bem
http://www.guiaviverbem.com.br/navegacao/ver_noticias.php?idnoticia=1068&ideditoria=2

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Marketing e a Arte de Comunicar

Comunicar. Do latim "communicare", o ato de fazer saber; tornar comum; participar; estabelecer ligação; unir; ligar. Desde os mais remotos tempos, o homem sentiu necessidade de comunicar-se com seu semelhante através de códigos, desenhos e gestos, mais tarde organizados em linguagem, retrato de seus hábitos e sua cultura. A velocidade com que as sociedades passam transformações políticas e socioculturais nos dias de hoje é acentuada e visualizada pela disponibilidade de comunicação em tempo real, possível graças ao desenvolvimento tecnológico. Este deveria ser um fator de interligação entre os povos do mundo, mas nem sempre é.

Para comunicar é preciso primeiramente perceber e aprender. Como seres humanos, percebemos por meio do fluxo de informações que recebemos através de nossos cinco sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar. No entanto, organizamos estas informações sensoriais de maneira individual. Cada pessoa decodifica as informações percebidas de acordo incontáveis fatores. Vivemos hoje em um mundo onde comunicação é instantânea, mas a mesma é decodificada por grupos de pessoas que percebem esta comunicação de acordo com a cultura de seu país. "Pensar globalmente e agir localmente" já é rotina para a maioria das empresas que trabalham com marcas internacionais. Pouquíssimas são as marcas mundiais. Coca-cola, por exemplo, segundo o vice-presidente da Coca-Cola no Brasil, Fernando Mazzarolo, transcendeu qualquer barreira geográfica e tem uma percepção de marca no mundo. E ainda assim , justamente porque se preocupa com o entendimento do mercado local, procura aproximar a marca dos seus consumidores veiculando imagens próximas da realidade de cada povo nas suas campanhas. Não basta que a linguagem seja clara. Não é suficiente que pesquisas de mercado sejam feitas, visando antecipar o comportamento de compra de um determinado mercado. É preciso entender e aprender a formação histórica e cultural de um povo e de um país para poder comunicar-se com ele.

Veicular uma campanha de mídia impressa de uma marca globalizada, onde um dos figurantes senta-se de pernas cruzadas apontando um pé em direção à uma pessoa ao seu lado seria um erro de comunicação fatal na Tailândia, onde o pé é considerado sujo. Tocar a cabeça de uma criança que não seja sua na Malásia, jamais... Três beijinhos na bochecha é o cumprimento na França. Na Alemanha, a intensidade do aperto de mão varia conforme o interesse naquela determinada introdução. O número cinco é um número de azar no Marrocos (nada de marcas com o número cinco então). As nuances culturais e comportamentais variam de país para país, e vão desde a arte de receber, presentear e cumprimentar alguém até hábitos alimentares e sociais: quanto se deve comer ou não. Limpe o prato na China e terá o mesmo repleto até que você deixe um pouquinho para mostrar que está satisfeito. Pule uma refeição na Arábia para mostrar grande apetite quando convidado a jantar, mas não faça o mesmo no Chile.

Há controvérsias. "O mundo está se tornando um mercado comum no qual as pessoas, independentemente de onde morem, desejam o mesmo produto e o mesmo estilo de vida. Empresas globais tem de esquecer diferenças idiossincráticas entre países e culturas e se concentrar em satisfazer seus impulsos universais", disse o prestigiado Professor da Harvard Teodore Levitt em um artigo da Harvard Business Review. Desta forma, segundo ele, as empresas focalizam suas semelhanças nos mercados mundiais e economizam com a padronização de produção, distribuição, marketing e distribuição, o que seria traduzido para o consumidor em produtos de melhor qualidade a preços menores.

A informação está disponível globalmente. Mas se a comunicação do produto ao mercado for padronizada, não atingirá a alma de um povo. A mesma tecnologia que cria, velozmente transforma produtos inovadores em commodities. Hoje não é suficiente atingir a maior fatia de mercado. Para crescer é preciso buscar a ligação emocional com o consumidor. "Market share" se estabelece com "Mind share" e cresce com "Heart share". Segundo a revista Exame, o maior fator em comum para as empresas que foram consideradas as melhores para se trabalhar é a comunicação entre os funcionários de todos os escalões e o entendimento do processo que faz a empresa acontecer como um todo. Motivação e empenho estão diretamente ligados ao grau de informação que os funcionários tem. É isto que faz um funcionário participar e "vestir a camisa". Estabelecer ligação. Unir. Comunicar.

Empresas podem estabelecer-se e crescer no mercado. Para fazer o mesmo com o cliente e comunicar-se com ele é preciso entendê-lo nas suas diferenças. A mídia pode ser globalizada. A marca pode ser internacionalmente aceita. A comunicação com o

cliente não. Ela deve ser estudada, adaptada e revista, afinal, estamos falando de territórios de indubitável complexidade: a mente e o coração.

Maria Cecilia Trannin é Consultora da Unità Franchising e Professora da Escola Superior Cândido Mendes

http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/


A visão da CP+B sobre o verdadeiro papel das marcas
(CP + B é uma das agências mais criativas do mundo, norte-americana)

Quem conhece a Crispin, Porter + Bogusky sabe que seus trabalhos realmente causam um tremendo impacto. Eles têm sido capazes de mudar a forma como as pessoas enxergam várias marcas e, até mesmo, de transformar o comportamento cultural de muita gente. Inclusive, a proposta da agência é ter, como resultado, os trabalhos de comunicação mais comentados do mundo. E, a partir disso, gerar crescimento para essas empresas.

Para o Colin Drummond, head do departamento de insights culturais e de negócios (equivalente ao de planning) da agência, esse poder tem a ver com a uma crença da CP+B: para eles, as marcas precisam se tornar artefatos culturais ao invés de se englobar em categorias ou em algum outro tipo de separação. É exatamente sobre isso o fantástico artigo, escrito por ele, publicado recentemente na Boards Magazine.

Segundo Collin, o erro de colocar as marcas nesse vácuo chamado categoria é muito comum pelos profissionais de marketing e seduz pela sua obviedade - é parte do senso comum e é a ‘maneira como todo mundo faz’. Além disso, ali se vê razões específicas para comprar – como o melhor sabor, o maior poder de limpeza, a maior cobertura, etc. No entanto, limitar a utilidade de marca aos seus benefícios da categoria restringe, na verdade, seu papel na vida das pessoas.

Como exemplo de marcas focadas apenas na categoria, ele menciona a Ivory, que compete na categoria de ‘sabonetes em barra’, a Nike, que compete em ‘artigos esportivos’ (apesar de eu não concordar), a American Express em ‘serviços financeiros’ e o Starbucks no ‘varejo de café’ (apesar de eu também não concordar). As marcas significativas, para ele, não são relevantes a uma categoria. Elas exercem um forte papel na cultura geral.

‘As pessoas exercem um papel dentro de cada cultura. E as marcas as ajudam a se inserir nesse contexto’, destaca. Em suma, as pessoas usam as marcas que compõem a forma como querem ser percebidas. ‘As marcas ajudam as pessoas a contar a história de onde elas se encaixam na cultura, a dizer o que pensam e como se posicionam. O papel da estratégia nesse perspectiva é gerar conversas que levam a uma relevância mais profunda e ampla, aparentemente indireta mas muito mais intrigante, diz.’

O iPhone não é apenas um telefone’, exemplifica. ‘O Obama não é só um presidente. O Google é mais do que um mecanismo de busca. A Coca Cola é mais do que um refrigerante, assim como a GM é mais do que uma fabricante de automóveis’. Ele conta que, cada uma à sua maneira, essas marcas representam os aspectos atuais dos Estados Unidos: modernidade, esperança, inteligência, otimismo e decadência. São marcas culturalmente úteis não só por serem consumidas, mas também pelo fato de existir uma opinião pública sobre elas. Portanto, a associação que é feita sobre elas diz muito sobre quem é a população do país. São marcas que conseguiram entrar em um território mais emocional’, pontua.

Na opinião do Collin, qualquer marca pode contar uma história maior, que ajudará as pessoas, a contar suas próprias histórias, e, com isso, deixar sua marca na cultura e até mesmo mudá-la. É necessário, no entanto, ter uma posição forte sobre algo, construir sua base nessa verdade e não ter medo de colocar algo original lá fora. ‘Sair disso requer mais coragem por parte empresas, além de exigir uma visão diferente sobre o que é o sucesso, conclui.

Obs: A própria CP+B, quando se posiciona dessa forma - e o discurso deles é bem consistente - está colocando em prática essa filosofia. Outro belo exemplo.

http://www.chmkt.com.br/search/label/Branding
A EVOLUÇÃO DAS MARCAS







http://www.chmkt.com.br/search/label/evolu%C3%A7%C3%A3o_marcas

Demitir ou dar uma segunda chance?


Na última edição da revista Exame, o Vicente Falconi, um dos mais renomados especialistas em gestão do Brasil e cofundador da consultoria INDG, publicou um texto fantástico sobre uma dúvida que tira o sono de muitos executivos: ‘qual é o momento que determina a linha divisória entre tentar melhorar um profissional e demiti-lo?’


‘A primeira pergunta que um executivo deve se fazer a esse respeito é se está claro para toda a equipe o que se espera dela e se todos sabem o conceito que o chefe faz do desempenho de cada um. A pessoa deve saber a cada instante se está indo bem ou não, de tal forma que sua promoção na função ou seu afastamento se tornem algo claro - e até natural - para todos. Se o trabalho for conduzido dessa maneira, com sinceridade e franqueza, a saída de uma pessoa de determinada função não se revelará uma surpresa para ninguém na empresa.

O tempo que se leva para chegar a uma "linha divisória" varia de acordo com a gravidade do que surgir da avaliação de desempenho. Se houver um desvio de ética, por exemplo, a reação da empresa deve ser instantânea, no ato. Se for o caso de alguém que não atingiu a meta, deve-se dar mais um ano de prazo - dar o feedback e oferecer treinamentos que possam melhorar o desempenho do profissional é fundamental. Caso haja reincidência, esse é o momento de orientar a pessoa para procurar outro rumo para sua vida. É impossível descrever uma linha divisória genérica. Poderíamos chamar de "faixa divisória" talvez.

Chega-se a um ponto em que as partes praticamente concordam que é hora de mudança de rumo. Existem empresas que praticam o recrutamento interno exatamente para dar a todos uma oportunidade de procurar, dentro da própria empresa, sem perder seu emprego, aquilo que realmente gostam de fazer. Essa medida é boa porque uma pessoa, dentro da empresa, pode observar várias funções de perto e assim ter condições de decidir com mais precisão aquela que lhe toca o coração - e a qual provavelmente vai se dedicar mais do que exige de maneira burocrática o expediente. Eu creio que todos nós temos talentos para muitas coisas.

Quanto mais cedo uma pessoa procurar e descobrir aquilo que ama fazer, melhor. A vida fica muito mais fácil. O sucesso também. Se pensarmos dessa forma, ser mandado embora ou trocar de posição pode até ser uma boa notícia.’

http://www.chmkt.com.br/

terça-feira, 6 de abril de 2010



Nutrição para Mulher

Afinal, há diferenças entre ELAS e ELES? Pode-se dizer que Sim.

Redação

De acordo com a prática clínica e algumas literaturas, observamos que os nutrientes antioxidantes, vegetais, peixes e alguns grãos apresentam funções especiais que irão beneficiar a beleza e a saúde da mulher.

Portanto, vamos começar com os nutrientes que as Mulheres precisam A MAIS do que os Homens:

Ferro: Maior necessidade durante o período mentrual. Uma boa fonte desse nutriente são as carnes bovinas e vegetais verdes escuros (espinafre, brócolis, couve, beterraba, feijão). Se você combinar esses alimentos com as frutas cítricas (laranja, limão, acerola, kiwi, morango), a absorção do ferro será ainda maior.

Cálcio: Vamos prevenir a Osteoporose! Ela é muito comum no período da menopausa, por isso é aconselhável o consumo de leite e derivados (sem gordura) e vegetais verde escuros. Outra fonte pouco conhecida é a semente da abóbora e a Sardinha.

Fitoestrógenos: Derivam da soja e são substancias que podem beneficiar a saúde da mulher pós-menopausa e, também, durante os dias férteis, quando os hormonios femininos eslouquecem as mulheres. Dica: Sucos e Queijos a base de soja.

Fibras: Com ÁGUA elas trabalham melhor! As mulheres têm quadros de constipação muito mais frequentes do que os homens, por isso esse casamento fibras-água é importante para manter o intestino saudável. As fibras são encontradas nas folhas verde escuras, frutas (casca e bagaço) e produtos integrais (pães, arroz, macarrão). Tanto água, quanto Fibra são indicados para o controle da saciedade, assim como mastigar devagar. Saboreie Seus alimentos!

Demais Nutrientes: Vitaminas C e A (antioxidantes), fortalecem o sistema de defesa do nosso corpo além de melhorar a saúde da pele e dos cabelos (fonte: frutas cítricas, cenoura, beterraba, espinafre, abóbora, manga). Minerais como o Zinco, Manganês e Selênio são
importantes para o bom funcionamento do nosso sistema de defesa, sistema nervoso e para uma ?boa memória?. Encontramos nos peixes (salmão, sardinha, linguado) e demais frutos do mar, além dos grãos (castanha do pará, linhaça, granola). O ômega 3 também muito importante para melhorar a função imunológica do organismo e proteger as artérias (salmão, atum, linhaça).

Do que ELAS precisariam menos do que ELES?
Sal, Gorduras, Calorias, Cafeína e Álcool.

De uma maneira geral.. Alimente-se bem! Sinta prazer em comer alimentos saudáveis como as frutas, verduras, grãos, peixes, laticínios (sem gorduras) e alimentos integrais, pois são eles que podem proporcionar longevidade, saúde e disposição às mulheres, além de outras condutas necessárias como exercício fisico e vida emocional equilibrada.

Seja Feliz,seja Saudável!

Nutricionista Carolina de Carvalho Danhoni, CRN 2680.

http://www.planofeminino.com.br/home/oquenosqueremos_mesa.php

Homens são de Marte, mulheres de Vênus

Por Silvana Catto

Ao longo da história da humanidade, homens e mulheres sempre tiveram papéis muito distintos.
Desde sempre, o homem tem sido educado a estar na posição de "caçador" (e isso pode ser observado no próprio ato da caça, da busca pelo alimento). Por outro lado, a mulher teve o comportamento modelado para a passividade e para uma postura de espera. Outro fator determinante para o comportamento afetivo-sexual é o componente familiar. Cada grupo familiar se organiza de uma forma, distribuindo a cada membro (ainda que de forma não-verbal, sutil e implícita), papéis específicos e, muitas vezes, reforçando comportamentos construídos ao longo da história.
A partir disso, foi instalado o “desencontro”: enquanto a mulher tende a agir de forma emocional, criando expectativas, fantasiando um "vir a ser", o homem entrega os seus sentidos no "aqui e agora". Isso ainda é reforçado por fatores culturais, exigências externas e internas.

Embora a independência feminina tenha levado a mulher a desenvolver habilidades muito importantes para a sua sobrevivência e melhora da qualidade de vida, o arquétipo feminino da fragilidade e o ideal romântico ainda parece predominar. O que se vê é que, para grande parte das mulheres, aspectos filo-histórico-culturais ainda interferem na má resolução da autoestima feminina, comprometendo suas escolhas, em alguns momentos. Os homens parecem ser mais hábeis na realização pela satisfação imediata dos desejos, o que mantém a diferença.
É óbvio que as conquistas femininas nos mais diversos campos e o advento do feminismo contribuíram para uma alteração importante desses papéis e consequentemente, na relação homem-mulher. Embora a filogênese seja determinante nas reações de ambos, não há dúvidas de que as variáveis ambientais têm levado a uma construção de um homem e uma mulher diferentes.
É o que demonstra uma pesquisa realizada pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, através do ProSex (Projeto Sexualidade), onde 8237 brasileiros adultos de ambos os sexos foram entrevistados. A constatação foi que, na faixa dos 30 anos, as mulheres se dividem entre conservadoras (querem estabilidade, acreditam no casamento e esperam pela iniciativa masculina) e liberais (praticam sexo sem compromisso, se permitem ser infiéis e participam de clubes de solteiras). Nas mulheres de até 40 anos, 40% conseguem separar sexo de afeto, confirmando portanto, a existência de um novo grupo feminino, capaz de ter parceiros eventuais.

As mulheres que buscam um parceiro eventual, não nutrem fantasias românticas e nem têm como objetivo o casamento. Estão se comportando à partir do modelo masculino, mais racional e prático. Não relatam experiências de sofrimento, perda, frustração. Sabem o que querem e exatamente em que terreno estão pisando.
Já as mais românticas, que nutrem o ideal de um casamento e de uma relação mais estável, conseguem se preservar mais quando cuida da sua autoestima. Uma mulher autoconfiante e consciente de seu valor está mais preparada para se relacionar afetivamente.
De forma geral, a mulher contemporânea está desenvolvendo recursos cada vez mais próprios para trabalhar as relações afetivas e suas perdas: se recompõe mais rápido para iniciar um novo relacionamento, se aperfeiçoa para se auto-sustentar, está se comunicando melhor no sexo. Da independência financeira à independência emocional uma nova mulher vem sendo construída. Características até então exclusivas do universo masculino estão sendo agregadas a essa nova postura. Bom humor, senso prático, desprendimento, capacidade de se beneficiar com o momento presente. Eles, por outro lado, começam a se sentir mais livres para expressar suas fragilidades e inseguranças, heranças desse movimento.

http://www.planofeminino.com.br/home/oquenosqueremos_cama.php

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Quatro dicas para usar um Blog como Marketing


1. Se você já possui um website, mantenha um design parecido ou idêntico no blog. Isso garante a continuidade da marca e facilita a identificação por parte do público. Se sua empresa ainda não tem um website, desenvolva um blog com um design caprichado, que se diferencie dos demais. Promova o blog através de e-mail marketing e insira um link para ele na assinatura de seus emails.
2. Escolha um nome simples, que pode ser facilmente localizado nas ferramentas de busca da internet. O nome de sua empresa deve constar, logicamente, no endereço. Faça uma pesquisa sobre os provedores disponíveis e compare os recursos que oferecem.
3. Evite as publicidades em excesso, e os recursos visuais exagerados. Seja elegante, mas ao mesmo tempo rico em informação. O conteúdo é crítico para o sucesso de um blog, e no caso de uma empresa, alguns temas específicos podem ser explorados, como inovações na empresa, notícias do setor, histórias de sucesso de consumidores, e atendimento ao cliente.
4. Ofereça ao visitante uma maneira de se cadastrar no blog e receber notícias. Apesar do blog ser um ferramenta de marketing para sua empresa, não se limite a falar somente de seu negócio. É importante ouvir o público e estimular a participação dos leitores.

Fonte: http://www.blogdosempreendedores.com.br

FELIZ PÁSCOA


Ser Páscoa

É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer todo o sofrimento,
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte



"Que os chocolates e as amêndoas não nos distraiam do verdadeiro significado da Páscoa!"



Mas que venham muiiiitos chocolates!! Hehehehhehe



Feliz Páscoa A TODOSSS.

Blog como ferramenta de Marketing - Por Rafael Mauricio Menshhein


Utilizar um blog como ferramenta de Marketing é, hoje em dia, natural, mas a forma como esta ferramenta é empregada pode gerar dúvidas e questionamentos, mas quando seus objetivos são traçados claramente, esta ferramenta de comunicação torna-se imprescindível e traz vantagens para a organização.
Há pouco tempo os blogs foram inseridos como uma nova ferramenta de comunicação pelas organizações, a percepção do alcance, da troca de informações e do poder que um blog têm no mundo foram os motivadores para que inúmeras organizações criassem os seus.
Ainda assim existem organizações que colocam os blogs nas mãos dos executivos, evitando críticas nos comentários e demonstrando uma empresa infalível, que só produz o que há de melhor e nenhum consumidor ficou insatisfeito.
Logicamente os consumidores insatisfeitos criam seus blogs, debatem suas críticas e com isso atingem um público muito maior do que o blog da própria organização, por um fator muito simples, o consumidor busca informações com pessoas que já conhecem o produto e tomam a opinião de amigos para decidir adquirir ou não o produto ou serviço.
Mas também existem casos onde o blog é realmente valorizado, criando um canal de comunicação simples, direto e rápido, trazendo o consumidor para “dentro” da organização e transformando-se em uma grande fonte de informações.
Permitir que o blog seja uma grande fonte de pesquisas é um dos passos mais importantes para as organizações, imaginar que o público não quer participar do processo de desenvolvimento de novos produtos é uma utopia e aponta uma visão distorcida do mercado.
Um dos blogs que atinge seus objetivos é o blog do Pimentel, criado com o objetivo de ampliar o alcance da comunicação entre a Nextel e o seu consumidor.
No próprio blog há uma frase que indica claramente seus objetivos, passar ao consumidor as informações que a propaganda não passa, demonstrando que a maior preocupação da Nextel é informar corretamente seus consumidores e receber mensagens com a opinião correta e verdadeira, melhorando continuamente seus produtos.
Ainda existe um grande percurso a percorrer com relação aos blogs, especialmente as empresas, pois a comunicação com seus clientes é fundamental, ninguém adquire um produto que não houve falar ou enxerga em uma prateleira.
O blog traz a agilidade da internet associada a recepção de mensagens, independente de seu conteúdo, é evidente que o consumidor fiel sempre quer um produto prefeito, que lhe atenda aos desejos e satisfaça-o de forma plena, desta forma é muito sábio aceitar as opiniões de quem realmente determina o sucesso de um produto.

Fonte: http://www.portaldomarketing.com.br

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Como funciona um Blog de caráter empresarial - Por Ednardo Max, jornalista por formação


A internet proporcionou o surgimento de ferramentas que permitem a publicação de conteúdos de toda e qualquer natureza. Entre essas ferramentas existem os Blogs, desenvolvidos para a publicação de textos e artigos de caráter pessoal ou empresarial.
A necessidade de se comunicar através da internet é tão importante quanto a própria rede. Hoje, é possível, por meio dos Blogs, publicar uma quantidade enorme de assuntos graças a facilidade de sua utilização. Os Blogs e a internet se desenvolveram quase que de forma proporcional, e o exercício das publicações online contribuem para a expressão de ideias, divulgação de notícias e na propagação de assuntos direcionados aos mais variados tipos de públicos existentes na grande rede.
As empresas viram nos blogs a possibilidade de usar o meio virtual para escrever e divulgar também o seu ramo de atividades. Os Blog são ferramentas gratuitas que podem ser modificados e preparados para funcionar no próprio website da empresa.
A comunicação empresarial via internet é o meio que mais vem se destacando no cenário atual. O seu uso proporciona um contato direto com clientes interessadas nos mais variados ramos de atividades existentes no mercado digital.
O popularismo dos blogs se deve à sua estrutura simples e bem organizada. Os textos ou artigos, à medida das publicações, são dispostos de acordo com a categoria de cada assunto, além disso, é possível relacionar as publicações de acordo com o dia e o mês em que as mesmas aconteceram. Dessa forma, a localização das publicações dentro dos Blogs se torna mais fácil e a sua navegação mais rápida.
A principal característica dos blogs é a possibilidade ilimitada de publicações. As postagens podem ser feitas diariamente, semanalmente, mensalmente e, em alguns casos, até várias vezes ao dia. É importante criar uma rotina para esse tipo de atividade, já que os blogs que não recebem atualizações constantemente deixam de ser atrativos e são automaticamente esquecidos pelos usuários de internet.
Os blogs dispõem de um recurso que permite que os usuários comentem os textos inseridos. Cada comentário merece atenção especial e, para o seu controle, foi criada a possibilidade de os mesmos serem aprovados ou não. Tal procedimento é conhecido como moderação. A moderação permite que o admistrador de um blog leia cada comentários antes de o mesmo aparecer para os demais usuários. E caso o comentário não contribua de alguma forma para o conteúdo postado, o mesmo é ignorado e excluído.
Pensando nas novas mídias e na oportunidade de produzir conteúdo de qualidade para internet, empresas brasileiras passaram a optar pelo uso do blog em seus respectivos websites. Além de postar e responder comentários, é importante produzir conteúdo de qualidade e pesquisar quais temas despertam mais interesse nos internautas/clientes, além de inserir links que direcionam os usuários para as atividades desenvolvidas em sua empresa.

Fonte: http://www.zoomdigital.org/