terça-feira, 25 de maio de 2010

25 de Maio - Dia da Adoção




“Adotar uma criança é uma grande obra de amor” (Madre Teresa de Calcutá)


Há muitos órfãos neste mundo.
Os órfãos das guerras, das calamidades, da violência, do abandono, do desespero e da solidão. Geralmente, esses órfãos são crianças que falam pouco e choram muito, que olham para qualquer um que as observe por mais de um minuto com uma secreta esperança de serem acolhidas. Quando falam, só faltam pedir que as levemos para casa.
O problema é que existem mais órfãos do que pessoas que as querem adotar. Outro problema é que as leis não são rápidas nem facilitadoras da adoção. Outro problema é que as leis desconfiam das intenções de quem quer adotar: prudência, prudência, certeza, certeza.
Enquanto isso cresce o número dos órfãos do amor.
Todavia, não como uma solução, mas como uma alternativa, há a possibilidade da adoção a distância. Não é a mesma coisa: não se traz a criança concretamente para casa, mas ao menos para uma vida um pouco melhor. A cada mês, uma contribuição fixa (conforme as possibilidades do padrinho, mas a partir de um mínimo estabelecido) ajuda-se uma organização que cuida de crianças, dando-lhe educação, comida, atendimento médico, lazer, amigos.

Não podemos solucionar tudo, mas podemos fazer muito.

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